Alguns momentos eu paro para pensar, e tento achar maneiras de explicar quem eu realmento sou. Se alguém lhe perguntasse: "Quem é você?" Você saberia responder? Saberia se definir? É, acredito que grande parte das pessoas não saberiam. Mesmo parecendo algo tão simples, não é tão simples assim, é muito mais complexo do que podemos imaginar. No corre corre dos meus dias tento entender algumas das atitudes das pessoas que me rodeiam... Aquele que só sabe trabalhar; aquele que nunca trabalhou; aquele que só sabe estudar; aquele que nunca pegou um livro na mão; aquele que tem uma família linda; aquele que nunca conheceu seus pais; aquele que tem um sorriso estampado no rosto; aquele que não consegue conter as lágrimas. Somos todos tão iguais e ao mesmo tempo tão diferentes, alguns se contentam com tão pouco, outros têm tudo e nunca estão felizes... Afinal, o que seria necessário para que todos conseguissem alcançar a felicidade? Se quem é alto quer ser baixo e quem é baixo quer ser alto? Na verdade, acho que ninguém nunca consegue estar feliz por completo, ou melhor dizendo, ninguém nunca saberá explicar a felicidade; no mesmo momento que você tem mil motivos para sorrir, você tem mil e um para chorar. O ponto chave dessa história na verdade não está no que cada um tem ou deixa de ter ou no que se é ou não é, mas sim, na maneira de cada um agir diante dos problemas. A vida não nos ensina como viver, mas, nos faz cair para aprender a levantar, nos faz sofrer para aprender a valorizar as conquistas, nos faz "estranhos de nós mesmos" para tentarmos enfim responder com convicção: "Quem sou eu?"

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